Contributo para o OpenStreetMap

August 18th, 2011

Depois de nos terem desafiado a contribuir para o OpenStreetMap (OSM) comecei por descobrir e consultar a informação para Portugal e verifiquei que a minha terra – Mogadouro se encontrava muito pouco representada.

Decidi então iniciar o meu contributo para o OSM utilizando a ferramenta Potlatch 2, um editor web, ao qual se acede através do separador “editar” do link OSM. A contribuição através do Potlatch 2 revelou-se bastante simples e intuitiva. Assim, o meu contributo incidiu sobretudo no aumento da rede viária, e sempre que possível carregar os atributos conhecidos, em particular o nome das ruas e o sentido do trânsito.

Posteriormente e já depois de “rodar” um pouco pelas diferentes vias passei para o “Java OpenStreetMap Editor” (JOSM), que é uma aplicação desktop, que permite descarregar uma zona definida pelo utilizador e trabalhar os dados offline, para depois carregar a informação produzida nos servidores do OSM. O JOSM ao ter a capacidade de guardar uma cópia da edição a qualquer momento, possibilita que o trabalho editado seja guardado e recuperado caso haja problemas de ligação à web e/ou update de dados. Importa referir que por vezes surgem problemas devido à grande dimensão da área de trabalho que pretendemos descarregar. Por isso é conveniente testar com áreas pequenas, de forma a assegurar que não existem problemas e ir editando e carregando os dados da área que conhecemos gradualmente.

O JOSM apresenta um maior número de capacidades e funcionalidades comparativamente ao Potlatch 2, e consequentemente um interface mais complexo, no entanto à medida que vamos trabalhando as ferramentas tornam-se cada vez mais amigáveis.


Conforme foi referido anteriormente tenho contribuído com a adição de novos elementos geográficos, tal como demonstram as imagens, com um aumento da informação carregada.

Neste processo de carregamento de dados, por vezes, ainda tenho algumas dúvidas relativamente às classificações e tipologias dos diferentes elementos. Para que os elementos criados contenham os atributos correctos, e porque as interrogações estão sempre a surgir, recomendo uma leitura rápida no Modelo/Catálogo de Dados, ou então uma ligação para os favoritos, de forma a auxiliar o “trabalho” de “mapear Portugal”.

Uma característica importante do JOSM que importa referir é a validação da informação (painel do canto inferior direito do JOSM), antes de ser carregada na BD do OSM, pois permite verificar e corrigir os dados não válidos. No processo de validação da informação que se pretende carregar são mostrados as incorrecções, estas podem ser classificadas como: erros, avisos e outros.

Atendendo à natureza do projecto OSM não é fácil garantir uma consistência topológica dos elementos da BD, já que nos processos de digitalização podem ocorrer falhas involuntárias, bem como lapsos no preenchimento dos atributos.

Neste contexto, o carregamento de informação de qualidade devidamente validada é um aspecto extremamente importante, de forma a garantir que a BD geográfica apresente uma garantia de qualidade a vários níveis, nomeadamente posicional ou espacial, temático ou de conteúdo, completude e de consistência lógica.

INSTALAÇÃO GEOBOX

August 11th, 2011

Após verificar que o meu portátil apresentava alguns problemas com o Windows, decidi instalar o ubuntu, para explorar e conhecer melhor este SO. Como trabalho regularmente com software SIG comecei por instalar o Quantum GIS através do Centro de Software Ubuntu, posteriormente instalei também o gvSIG recorrendo a consultas de vários fóruns.

No âmbito da disciplina de GFOSS foi indicado a instalação da Geobox, para que todos pudéssemos seguir as mesmas instruções, assim como realizar e desenvolver trabalhos similares. Através da consulta das indicações da Wiki a substituição do ubuntu pela Geobox revelou-se um processo de instalação fácil e simples.

Como utilizo muito uma pen como acesso à Internet verifiquei que a máquina não a reconhecia, tal como já tinha feito anteriormente a consulta de fóruns foi muito preciosa para ultrapassar este problema.

Actualmente em casa utilizo quase exclusivamente a Geobox. ;)

Publicação de dados importados da BD OSM no GeoServer

June 18th, 2011

A feature escolhida foi as fontes (fountain) para o exercício em questão.

- Descarregar a BD do OSM de Portugal a partir de um servidor “dump” http://download.geofabrik.de/osm/europe/portugal.osm.bz2

- Criar uma base de dados usando a ferramenta de administração do PostgreeSQL o pgAdmin III (figura 1)

Figura 1

- Usar a linha de comandos “cd Transferências” para aceder à pasta “Transferências” onde está o ficheiro com os dados OSM. Com o comando “ls” para ver o que está dentro da pasta Transferências. Aplicar o comando “ osm2pgsql -H localhost -m -U geobox -W -d osm portugal.osm.bz2” com a respectiva password (geobox) e assim actualizar a base de dados criada “osm” com os dados transferidos da BD do OSM de Portugal.

- Voltando ao pdAdminIII, criou-se uma nova tabela na BD osm “fontes” com a query SQL:

CREATE TABLE fonte

AS SELECT osm_id, amenity, name, way

FROM planet_osm_point WHERE amenity = 'fountain'

Para actualizar a tabela geometry_columns com uma nova entrada referente à tabela “fonte”:

INSERT INTO geometry_columns ( f_table_catalog, f_table_schema, f_table_name, f_geometry_column, coord_dimension, srid, "type")

VALUES ( ' ', 'public', 'fonte', 'way', 2, 900913, 'POINT' )

- Para a visualização da nova tabela no QGIS, é necessário criar uma nova ligação à BD osm (figura 2)

Figura 2

 

- Alterar o sdl da feature fonte usou-se o uDig, e com a ajuda de um dos post (paulacunhaalmeida says: June 15, 2011 at 10:46 am No “Style Editor”, no “Simple Feature”, na opção “Geometry”, o que está seleccionado por omissão é o valor “default”, mas também se pode seleccionar outro valor. Neste caso, deverá também estar disponível o valor “way”, para contornar um pequeno problema em relação à opção geometry .), alterou-se o simbolo para uma bola azul e gravou-se o sdl criado.

 

- Publicação no GeoServer:

Acedeu-se ao GeoServer a partir do endereço http://localhost:8080/geoserver/ , fez-se o login (geobox) e criou-se um novo “Store”: Data > Sores > Add new Store

Em Vector Data Source escolheu-se PostGIS e preencheu-se com os seguintes dados:

Workspace : topp

Data source name: osm

Description: Ligação à BD osm

database: osm

user/password: geobox

>Save

 

Escolhe-se a layer da BD osm “fonte” e clica-se em “Publish”, preencher os campos name, title, abstarct, kewords. Em bounding box > compute from data; > Compute from native bounds

Mudar no “tab” para Publishing, ir a styles, escolher point e em SDL file procurar o estilo criado no uDig, Save.

Voltar à opção Layer Preview e em open layers de fonte vizualizar o tema (figura 3)

Figura 3

André Pires

 

Alcanenan começa a existir no OSM

June 13th, 2011

Estou a editar a minha terra – Alcanena, no OSM. Já Começa a existir no mapa!

A edição tem sido feita no Potlatch porque a minha Geobox está com graves problemas. Depois de uma actualização fiquei sem o JOSM e o Pgadmin III.

A geobox foi instalada em DualBoot com o wind 7, mas desde de início não foi uma operação amigável.

A primeira dificuldade foi o acesso à Internet. Só com ajuda do prof. Jorge Rocha é que consegui net por cabo. Mais tarde quando consegui fazer umas actualizações, fiquei com wireless mas sem o JOSM e Pgadmin III.

Voltei a instalar a geobox e sem saber muito bem como o fazer, fiquei com duas geobox no sistema + windows.  A a nova geobox instalada não tem acesso à net mas tem os programas todos, a “velha”  tem acesso à net mas falta os programas.

Acho que o dualboot  não é a melhor opção neste pc (toshiba satellite L650 – 11F)

OSM para PostGIS

June 12th, 2011

Olá a todos.
Eu resolvi escolher os hospitais como alvo para o exercício do PostGIS e Geoserver.
Para tal fiz o download dos dados de Portugal através do link http://download.geofabrik.de/osm/europe/portugal.osm.bz2 e abri a linha de comandos para extrair os dados. Criei uma BD nova para importar os dados para o pgAdminIII (portugal), sendo que o comando usado foi: osm2pgsql -H localhost -m -U geobox -W -d portugal portugal.osm.bz2
Com a informação já inserida nesta BD, fui então seleccionar os dados que pretendia – hospitais – e através de uma query, criei uma nova tabela ‘hospital’: create table hospital as select osm_id, amenity, name, way from planet_osm_point where amenity ilike ‘hospital’ .

 

 

 

 

 

 

Juntou-se à tabela geometry_columns uma nova linha referente a esta nova tabela criada (inserto into geometry_columns values (”, ‘public’, ‘hospital’, ‘way’, 2, 900913, ‘POINT’)).

 

 

 

 

 

 

 

Com os dados preparados para visualização, resolvi abrir no QGIS a tabela dos hospitais criada para verificar que era possível ver os dados da mesma em SIG. De seguida então procedi à criação do sld no uDIG. Para tal, criei uma ligação ao local host e para aceder à tabela hospital. Quando os dados foram carregados no uDIG alterei então o estilo da layer, para cruzes vermelhas, e exportei/gravei o sld criado para posteriormente então poder fazer o seu upload no Geoserver.

Indo ao Geoserver, criei primeiro uma nova store para os meus dados (seleccionei a topp/osm). Depois fiz o upload do sld criado no uDIG e finalmente fiz o publish da base de dados criada ‘hospital’, à qual atribui o sld. Quando fui visualizar a layer ‘hospital’, não aparecia nada, e dava o erro relacionado com o the_geom. O que fiz foi alterar o xml  relativo ao sld (ver figura) onde dizia the_geom, escrevi way (o meu campo relativo à geometry), e foi assim que consegui visualizar os dados no geoserver.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Maria Sousa

g2010292

Importar dados do OSM para PostGIS e publicar no GeoServer

June 7th, 2011

 

1ª Parte: Importar dados do OSM para PostGIS

  • Obter informação do OSM. Para efectuar o download da informação e não sobrecarregar o servidor do OSM, utilizamos um outro servidor (dump do OSM). No site http://download.geofabrik.de/osm/ selecciona-se o ficheiro http://download.geofabrik.de/osm/europe/portugal.osm.bz2 , que contém a informação da Europa, já recortada por países.
  • Através do pgAdmin III criamos uma nova base de dados e recorrendo à linha de comando (consola) importamos a informação através do comando “osm2pgsql -H localhost -m -U geobox -W -d osm portugal.osm.bz2”, onde “osm” é o nome da base de dados.
  • Selecciona-se de seguida a informação desejada, bancos neste caso  e colocamos em uma nova tabela. Para este processo executou-se o seguinte sql: “create table as select osm_id, amenity, name,way from public.planet_osm_point  where amenity ilike ‘bank’”. De seguida adiciona-se na tabela geometry_columns o seguinte registo: “insert into geometry_columns( f_table_catalog, f_table_schema, f_table_name, f_geometry_column, coord_dimension, srid, type) values (”, ‘public’, ‘bancos’, ‘way’, 2, 900913, ‘POINT’)”

 

2ª Parte:  Publicar no GeoServer

  • Criar um novo “Store” para a base de dados gerada anteriormente.
  • Criar um novo “Style” para simbolizar a informação. É recomendado a utilização do uDig por exemplo para a criação do sld com a simbologia pretendida.
  • Criar um novo layer. Seleccionar a store, a tabela bancos e por fim escolhar a opção publicar. Preenche-se o formulário com a informação necessária e no separador “publishing” na opção “Default Style” selecciona-se o style criado anteriormente.
  • Por fim, no “Layer Preview” visualizar a informação publicada.

 

Nota: Surgiram alguns problemas na criação do sld com a simbologia pretendida. Foi necessário renomear a coluna “way” (onde se encontra a geometria) para “the_geom” na tabela bancos e alterar o registo na tabela geometry_columns, para trabalhar correctamente no uDig.

OSM

June 7th, 2011

Como novato no assunto, a minha opção recaiu na criação de nova informação. A área de trabalho seleccionada foi a cidade de Beja, que por sinal se encontra bastante detalhada no OSM. Assim concentrei-me na periferia, mais especificamente em estradas de terra batida.

A criação/edição de informação no OSM foi realizada através do JOSM e do Potlatch2. As duas opções são bastantes interessantes de se utilizarem, sendo a primeira mais poderosa e completa e a segunda mais simples e de fácil utilização.

Para recolha de tracks utilizei o meu Nokia E71 com o Sports Tracker. A informação recolhida foi exportada para gpx e editada no JOSM.

Instalação da GeoBox

June 6th, 2011

Das opções disponíveis optei por instalar a GeoBox em uma máquina virtual. O processo mostrou-se bastante simples, encontrando-se em baixo os requisitos e passos necessários/utilizados.

 Sofware:

  • VMware;
  • GeoBox;
  • Windows 7

Hardware:

  • Pentium M 1.73 GHz com 2GB RAM (o que se arranja)

 Instalação:

  • Download do arquivo: http://geobox.geospot.pt/images/geobox/10.04/geobox10.04.01.g.pt.iso
  • Abrir o VMware player e instalar (next->next->…->finish);

Configuração:

  • Configuração da placa de rede (Network Adapter) como Bridged;
  • Na GeoBox, partilhar uma pasta para passar dados;

 Esta configuração permite aceder por exemplo ao GeoServer a partir do windows (http://192.168.1.80:8080/geoserver) ou à pasta partilhada (\\192.168.1.80)

GFOSS 2011 – Tarefa 2

June 1st, 2011

Trabalho realizado por Aurete Pereira (g2010118), Cristina Costa (g2010115) e Paula Almeida (g2010117)

Conteúdo: Publicação de serviços WMS no GeoServer  e criação de estilos

O documento PDF está disponível aqui.

post sobre o OSM no PPLWARE

May 21st, 2011

http://pplware.sapo.pt/internet/openstreetmap-a-wikipedia-dos-mapas/

Boa leitura,

Paula Almeida